Venha conosco avistar ficções e friccionar ideias, colocar fisiologia a funcionar porosa, deixando um pouco do dentro, fora; e um pouco do fora, adentro. Palavras verbais, trata-se de imagem-movimento, continuun, às vezes parando, em conjunto, compondo.
Assistimos ao filme de juntos em cada casa, via Stremio, e, logo após, iniciamos a conversa, com alguma mediação, destacamos cenas, ideias, afetos que pipocaram e amanteigamos e salgamos com um copão de xarope gelado, tudo, claro, superfaturado.
A proposta é o tal do agenciamento maquínico — um espaço habitado, tumultuado, e de fluíres que assiste ao cinema chacoalhando caixola; para a produção de pensamentos; a desterritorialização de subjetividades clichês; danças dos corpos do olho com rebolado mais largo, um cadinho pro lado, ritmo lento, ver o que não via
Neste segundo semestre mergulharemos no Cinema Marginal, um movimento cinematográfico brasileiro que emergiu entre o final dos anos 1960 e início dos anos 1970, em plena ditadura militar. Caracterizado por uma estética crua, provocadora e de baixo orçamento, o movimento rejeitava as convenções do cinema comercial e mesmo do Cinema Novo, buscando uma linguagem mais visceral, anárquica e libertária.
Agora é hora de atrair membros e fazer o clube acontecer.
Divulgação:
Use redes sociais (Instagram, Twitter, grupos de cinema no Facebook) para anunciar o cineclube.
Crie um post de lançamento claro, explicando o propósito, o formato e como participar (link para o Discord, por exemplo).
Divulgue em fóruns de cinema, faculdades de comunicação e artes
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